Mundial 2007
A dois meses do IX Mundial de Kyokushin, o site da Matriz preparou uma série de entrevistas especiais com os atletas da equipe brasileira. Um a um, todos terão revelados seus anseios e expectativas para o maior evento de Kyokushin da atualidade.
RICARDO PRADA

Na estréia, Ricardo Prada, 28 anos, relata, entre outras coisas, que o convívio com amigos e familiares ajuda a aliviar a tensão.
Prada treina Kyokushin há vinte anos. É, hoje, um dos principais representantes de Minas Gerais, apesar de ser paulistano.
Estudante, ele diz que conheceu o estilo por meio do pai, que era professor de capoeira e de algumas artes marciais: “meu pai estava afastado e acabou me levando num dojo de Kyokushin, cujo instrutor era amigo dele...”. Sorte nossa!
Joana Matushita
O que representa para você participar do Mundial de Kyokushin?
Para mim, é a realização de um sonho. Houve uma época em que era difícil um atleta de fora do Estado de São Paulo conseguir uma boa classificação em campeonatos nacionais. Cheguei a acreditar que os mineiros nunca estariam em condições de igualdade para competir. Mas, a ajuda de pessoas como o Sensei Benedito – que sempre me apoiou, mesmo quando não devia, sendo, muitas vezes, mais “pai” do que professor – e Sensei Tsutomu nos fez acreditar que éramos capazes de evoluir como atletas no Kyokushin de Minas Gerais.
Quais são suas expectativas para o Mundial?
Conseguir me classificar entre os oito primeiros.
Cite um atleta estrangeiro com o qual gostaria de lutar. Por quê?
Não tenho nenhum nome em especial, mas lutar contra atletas japoneses seria uma honra.
Além do exaustivo preparo físico, como tem se preparado mentalmente?
Tento sempre ficar o mais perto possível das pessoas que amo. Esse é o melhor remédio pra me manter sereno e preparado para a pressão mental que é participar de um Campeonato Mundial.
Deixe uma mensagem à torcida brasileira.
Vou fazer o possível e o impossível para representar os brasileiros como todos vocês e o nosso país merecem. Ossu!
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